Para remodelarmos estruturas de poder é necessário estarmos abertos ao APRENDIZADO, principalmente no que tange ao ser humano. Como diria Bela Gil, você pode trocar abordagens limitadas, que não alteram o status quo, pela construção de uma estratégia profunda 🤣 🤣
Educar-se é importante, mas dar o próximo passo é ainda mais. Investigar de forma mais profunda como a cultura da empresa (e nossa) pode ter reproduzido sistemas arbitrários, minando oportunidades de pessoas prosperarem, enquanto dá um impulso a outros, é parte significativa.
Precisamos examinar estereótipos e suposições sobre competências, reconhecer que temos pontos cegos, vieses, que nossa comunicação muitas vezes é atropelada pelas nossas reações emocionais – ou será que sou só eu? kkkkkkcrying
Afinal, como nossas defesas pessoais, anti valores – como diz meu amigo Fernando Gonçalves – podem interromper o aprendizado? O próprio, da organização, do time, grupo..
Não sabe por onde começar? Dá uma olhada nessas 4 ações:
1 – Construa confiança:
Falar com o coração e ouvir com compaixão.
Construir confiança passa por fomentar um local de trabalho onde as pessoas se sintam seguras se expressando de forma autêntica (e respeitosa). Isso requer práticas honestas e sentir-se confortável com a vulnerabilidade — a própria e a dos outros.
2 – Trabalhe ativamente contra a discriminação e a subordinação:
Para desconstruirmos os sistemas de discriminação e subordinação, cada uma das pessoas deve passar pelas mesmas transformações, de crenças, valores e comportamentos, que desejam para a organização como um todo. Traduzir essas mudanças em medidas concretas e sistêmicas é essencial – os elementos da segurança psicológica de times ajudam a nortear práticas e comportamentos.
3 – Adote uma ampla variedade de estilos e vozes:
Entender como os rituais, processos e comportamentos adotados na organização podem desencorajar autenticidades ou silenciar vozes é condição sine qua non.
4 – Faça das diferenças culturais um recurso para o aprendizado:
Tratar as diferenças como fonte de conhecimento e conexão é a base para a cultura que tanto desejamos criar. A homogeneidade não é melhor, é apenas mais fácil e conveniente para minoria. Os benefícios da diversidade surgem tanto do trabalho coletivo de desenvolver capacidades quanto do aprendizado coletivo que elas possibilitam.
No fim, aprender com as diferenças culturais vira consequência de uma série de ações acertadas.
Todas as ações levam ao AUTO CONHECIMENTO. E aí, já marcou a terapia hoje? 😉
